Aneurismas intracranianos não rotos frequentemente são identificados antes de causar sintomas. A decisão entre acompanhar e tratar exige comparar o risco estimado de ruptura com o risco do procedimento.
O que é um aneurisma cerebral?
É uma dilatação localizada de uma artéria intracraniana. A diretriz europeia estima prevalência próxima de 3% em adultos, mas o risco não é igual para todos os aneurismas.
Como o diagnóstico é confirmado?
Angiotomografia e angiorressonância são exames não invasivos usados na avaliação. A angiografia por cateter pode ser necessária quando detalhes anatômicos adicionais podem mudar a estratégia.
Todo aneurisma precisa ser tratado?
Não. A ESO sugere considerar oclusão preventiva quando o risco estimado de ruptura em cinco anos supera o risco esperado do tratamento. Tamanho, localização, formato, crescimento, idade e condições clínicas participam dessa comparação.
Como funciona o acompanhamento?
Quando a observação é escolhida, o plano pode incluir exames seriados. A ESO também recomenda cessar tabagismo e tratar hipertensão; o intervalo dos exames deve ser individualizado.
Quais sinais exigem urgência?
Dor de cabeça súbita e muito intensa, desmaio, convulsão ou déficit neurológico novo exigem atendimento de emergência. Não aguarde uma consulta eletiva.
Fontes científicas
Fontes consultadas em 31/08/2026. Diretrizes podem ser atualizadas; a conduta deve considerar a versão vigente e o contexto do paciente.
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