A malformação arteriovenosa cerebral é uma conexão anormal entre artérias e veias. Sua apresentação, anatomia e risco variam, por isso a conduta deve ser individualizada.
Como uma MAV pode se manifestar?
Pode ser descoberta após hemorragia, convulsão, sintomas neurológicos ou incidentalmente em exame realizado por outro motivo.
Quais exames são utilizados?
Ressonância e angiotomografia ajudam a identificar a lesão. A angiografia por cateter detalha alimentação arterial, nidus e drenagem venosa quando essa informação influencia a decisão.
Quais opções podem ser discutidas?
Observação, microcirurgia, embolização e radiocirurgia são possibilidades. Elas podem ser usadas isoladamente ou em combinação, dependendo da anatomia e do objetivo terapêutico.
Embolização é sempre tratamento definitivo?
Não. Em algumas situações pode ser parte de uma estratégia antes de cirurgia ou radiocirurgia; em outras, pode ter objetivo específico. A evidência varia e a indicação deve ser multidisciplinar.
Por que a decisão é complexa?
É preciso equilibrar história natural, risco de sangramento, sintomas, idade, localização, padrão venoso e riscos de cada intervenção. Não existe uma solução única para todas as MAVs.
Fontes científicas
Fontes consultadas em 31/08/2026. Diretrizes podem ser atualizadas; a conduta deve considerar a versão vigente e o contexto do paciente.
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